O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a China concordou em adquirir 200 aeronaves comerciais da Boeing, em um movimento que pode marcar a retomada das compras chinesas de jatos americanos após quase uma década.
Segundo Trump, o entendimento foi fechado após reunião com o presidente chinês Xi Jinping, realizada em Pequim. Durante o anúncio, o presidente americano destacou que a fabricante inicialmente buscava vender 150 aeronaves, mas o acordo teria sido ampliado para 200 unidades.
Apesar da relevância do anúncio, poucos detalhes sobre o contrato foram divulgados até o momento, como modelos incluídos, valor total da operação ou cronograma de entregas. A falta de informações mais concretas gerou cautela entre investidores, e as ações da Boeing registraram queda superior a 4% após a divulgação das declarações.
A expectativa em torno de uma grande encomenda já vinha sendo alimentada por declarações anteriores do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, que havia sinalizado a possibilidade de um anúncio envolvendo a fabricante americana durante negociações entre os dois países.
Caso confirmado oficialmente, o acordo representará um avanço importante nas relações comerciais entre Washington e Pequim, além de trazer impacto significativo para a Boeing, que busca fortalecer sua recuperação no mercado global de aviação comercial.
A possível compra também pode sinalizar uma reaproximação econômica entre as duas maiores economias do mundo em um momento de desafios geopolíticos e disputas comerciais que marcaram os últimos anos.








































































