Na China, foi realizado com sucesso o lançamento do primeiro implantador de íons de hidrogênio de alta energia desenvolvido inteiramente no país. O equipamento atingiu desempenho comparável aos sistemas mais avançados do mundo, concluindo com êxito os testes de emissão de feixes de íons.
Segundo o Global Times, parceiro da TV BRICS, esse avanço representa um marco no desenvolvimento de equipamentos estratégicos para a fabricação de microchips.
Graças ao trabalho do Instituto Chinês de Energia Atômica, o país agora domina toda a cadeia tecnológica necessária para a produção desse tipo de implantador. Os implantadores de íons, junto às máquinas de litografia, aos equipamentos de gravação e aos sistemas de deposição de películas finas, estão entre os principais aparelhos usados na fabricação de chips e são indispensáveis para a indústria de semicondutores.
Para construir o dispositivo, o instituto empregou um acelerador com tecnologia tandem, uma evolução do acelerador eletrostático, aproveitando sua longa experiência em física nuclear. O desenvolvimento é considerado um exemplo de como tecnologias atômicas podem ser aplicadas à indústria de semicondutores.
Até recentemente, a China dependia inteiramente de fornecedores estrangeiros para implantadores de íons de hidrogênio de alta energia.
Vários países do BRICS+ têm investido no fortalecimento de suas capacidades tecnológicas, implementando iniciativas que combinam inteligência artificial, automação e tecnologias avançadas de manufatura.
A Universidade Técnica Estatal de Novosibirsk, na Rússia, informou ter desenvolvido recentemente um sistema de controle de qualidade para metais industriais baseado em inteligência artificial. A tecnologia utiliza redes neurais para identificar defeitos como rachaduras, amassados e corrosão a partir de imagens comuns de câmeras, mesmo com um volume limitado de dados de treinamento.
Na Índia, foi criada uma plataforma de última geração para a descoberta de anticorpos, capaz de identificar rapidamente moléculas altamente estáveis e eficazes contra doenças infecciosas, câncer, distúrbios autoimunes e novos patógenos. A informação foi divulgada pela IANS, parceira da TV BRICS.
O Cazaquistão também tem se destacado ao aplicar inteligência artificial na administração pública por meio de um programa de governança digital. A iniciativa capacita agentes digitais para implementar processos baseados em IA e impulsionar a transformação digital em instituições governamentais, conforme informou a Kazinform, outra parceira da rede TV BRICS.
Fonte: Tvbrics







































































