O estado do Amazonas foi escolhido para sediar, entre os dias 20 e 24 de maio, a missão anual dos embaixadores dos países da União Europeia no Brasil. A iniciativa tem como objetivo aproximar representantes europeus das oportunidades econômicas, comerciais, acadêmicas e ambientais da região amazônica, especialmente diante das perspectivas abertas pela entrada em vigor do Acordo UE-Mercosul.
A missão será coordenada pela embaixadora da União Europeia no Brasil, Marian Schuegraf, e contará com a participação de diplomatas de 17 países europeus: Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Estônia, Finlândia, Irlanda, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polônia, Portugal, República Tcheca e Suécia.
Durante a visita, os embaixadores terão encontros com autoridades locais, incluindo o governador do Amazonas, Roberto Cidade, e o prefeito de Manaus, Renato Junior, além de reuniões com representantes do setor produtivo, universidades, centros de pesquisa e organizações da sociedade civil.
A agenda inclui visitas estratégicas à Fundação Amazônia Sustentável, à Universidade do Estado do Amazonas, ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), à Superintendência da Zona Franca de Manaus, ao Centro de Bionegócios da Amazônia e à Federação das Indústrias do Estado do Amazonas. O objetivo é identificar áreas de cooperação em inovação, sustentabilidade, bioeconomia, comércio e desenvolvimento tecnológico.
Outro destaque da programação será a visita ao Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia, onde será discutida uma possível colaboração entre Brasil e União Europeia no combate ao crime organizado transnacional e ao tráfico de drogas na região amazônica.
A escolha do Amazonas como sede da missão reflete o crescente interesse europeu pela Amazônia como eixo estratégico para parcerias ligadas à preservação ambiental, à economia verde e ao fortalecimento institucional. Ao mesmo tempo, reforça a importância do acordo entre Mercosul e União Europeia como instrumento para ampliar investimentos, facilitar comércio e consolidar uma agenda conjunta de desenvolvimento sustentável entre os dois blocos.







































































