O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, reafirmou a confiança no sistema eletrônico de votação brasileiro ao classificar a urna eletrônica como um dos pilares da democracia nacional. A declaração foi feita durante a abertura dos trabalhos do segundo semestre da Corte, quando também foi lançada a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, iniciativa voltada à ampliação da transparência e ao combate à desinformação sobre o processo eleitoral.
Segundo o ministro, a Justiça Eleitoral pretende aproximar a população das diferentes etapas que envolvem as eleições, permitindo que os cidadãos conheçam de forma mais detalhada o funcionamento do sistema eletrônico de votação e seus mecanismos de segurança. A proposta busca fortalecer a confiança pública por meio da divulgação de informações técnicas e da participação da sociedade nas atividades promovidas pelo tribunal.
Transparência será uma das prioridades para as eleições de 2026
Durante o pronunciamento, Nunes Marques afirmou que a transparência será um dos principais eixos de atuação do TSE na preparação das eleições gerais de 2026. O presidente da Corte ressaltou que o sistema brasileiro passa por constantes aperfeiçoamentos tecnológicos e possui mecanismos de auditabilidade que permitem verificar todas as etapas do processo eleitoral.
Ele também destacou que ampliar o acesso da população às informações sobre o funcionamento das urnas eletrônicas contribui para reduzir a circulação de conteúdos falsos e fortalecer a credibilidade das instituições responsáveis pela organização das eleições.
Semana Nacional apresenta funcionamento das urnas
Como parte da programação, o TSE promove demonstrações públicas do sistema eletrônico de votação, incluindo a apresentação dos componentes internos das urnas eletrônicas e explicações sobre as tecnologias utilizadas para garantir a integridade do processo eleitoral. As atividades também incluem palestras, exposições e ações educativas destinadas a eleitores, estudantes e representantes da sociedade civil.
A iniciativa integra um conjunto de medidas voltadas à educação eleitoral e busca ampliar o conhecimento da população sobre procedimentos como preparação das urnas, auditorias, testes de segurança e totalização dos votos.
Sistema completa três décadas de utilização
Implantada em 1996, a urna eletrônica completa 30 anos de utilização em eleições brasileiras. Ao longo desse período, o equipamento passou por sucessivas atualizações tecnológicas e pela adoção de novos mecanismos de segurança, acompanhando a evolução dos sistemas digitais utilizados pela Justiça Eleitoral.
Segundo o TSE, o processo eleitoral brasileiro combina recursos tecnológicos, auditorias e procedimentos de fiscalização que envolvem instituições públicas, partidos políticos e demais entidades participantes das eleições.
Justiça Eleitoral prepara estrutura para o pleito
Com a aproximação das eleições de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral intensifica os preparativos operacionais e institucionais para garantir a realização do pleito em todo o país. Entre as prioridades anunciadas pela Corte estão o fortalecimento da acessibilidade, a ampliação das ações de transparência e o incentivo à participação cidadã.
Ao defender a urna eletrônica como um patrimônio da democracia brasileira, o presidente do TSE destacou a importância da confiança pública nas instituições eleitorais e reafirmou o compromisso da Justiça Eleitoral com a segurança, a integridade e a contínua evolução do sistema de votação eletrônico.




























































