A China realizará duas missões tripuladas e uma missão de reabastecimento à sua estação espacial ao longo de 2026, conforme anunciado pelo Escritório do Programa Espacial Tripulado da China. O cronograma reforça a consolidação do programa espacial chinês em sua fase operacional plena.
Atualmente, a estação espacial Tiangong mantém funcionamento contínuo em órbita terrestre, servindo como plataforma para experimentos científicos, testes tecnológicos e missões de longa permanência.
Consolidação da fase operacional
Desde o início da fase de aplicação e desenvolvimento da estação, a China já executou:
• Seis missões tripuladas;
• Quatro missões de reabastecimento;
• Diversas operações de transporte de cargas e experimentos científicos.
O programa inclui lançamentos regulares de naves tripuladas da série Shenzhou e cargueiros espaciais Tianzhou, responsáveis por levar suprimentos, equipamentos e experimentos ao complexo orbital.
Estratégia espacial de longo prazo
A manutenção de um calendário contínuo de missões indica que Pequim busca:
• Garantir presença humana permanente no espaço;
• Ampliar a capacidade de pesquisa científica em microgravidade;
• Desenvolver tecnologias para futuras missões lunares e de exploração profunda.
A estação Tiangong é considerada um dos pilares do programa espacial chinês e simboliza a autonomia do país em voos espaciais tripulados, especialmente após a desativação da Estação Espacial Internacional nos próximos anos.
Com o planejamento de novas missões em 2026, a China reforça sua posição como uma das principais potências espaciais globais, mantendo ritmo constante de operações e expansão científica em órbita.








































































