Os Estados Unidos estão defendendo uma atuação coordenada dos países do G20 para enfrentar o excesso de capacidade industrial, tema que ganhou destaque durante a reunião de ministros do Comércio realizada em Milwaukee, no estado de Wisconsin.
A discussão ocorre em meio às crescentes tensões comerciais e tem a China como principal foco das críticas de Washington. O governo americano afirma que a produção acima da demanda interna pode levar ao aumento das exportações e pressionar os preços nos mercados internacionais, afetando fabricantes de outros países. Pequim rejeita as acusações relacionadas à chamada superprodução.
Durante o encontro, o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, afirmou que Washington pretende estimular medidas conjuntas para enfrentar o problema. Segundo ele, os países precisam avaliar respostas ao que os americanos classificam como excesso estrutural de capacidade e produção.
Paralelamente à reunião do G20, integrantes do Fórum Global sobre o Excesso de Capacidade do Aço discutiram o chamado “Marco de Milwaukee”. Entre as propostas estão a redução ou eliminação de subsídios considerados distorcivos, o compartilhamento de informações para identificar alterações no comércio de aço e a adoção de medidas comerciais quando necessário.
O fórum reúne 28 participantes, entre eles União Europeia, Austrália, Japão e Coreia do Sul, mas não inclui a China. A questão da capacidade excedente também envolve outros setores além do aço, como automóveis, baterias, papel e semicondutores, segundo autoridades americanas.
Apesar da pressão dos Estados Unidos, os ministros do Comércio do G20 não chegaram a um consenso sobre uma ação conjunta contra o excesso de capacidade industrial. A Reuters informou que houve divergências entre os países sobre o tema, enquanto Washington buscava ampliar a discussão para além de medidas específicas contra determinados setores.
A reunião de Milwaukee acontece em um cenário de disputas tarifárias e mudanças na política comercial americana. Além da superprodução industrial, os ministros também discutem questões como trabalho forçado nas cadeias de fornecimento, comércio de alimentos e possíveis mudanças nas regras do sistema comercial internacional.
O debate sobre a capacidade industrial excedente deve continuar entre as principais economias, especialmente diante das preocupações de diferentes países com os efeitos do aumento das exportações e da concorrência internacional sobre suas próprias indústrias.
Os Estados Unidos estão defendendo uma atuação coordenada dos países do G20 para enfrentar o excesso de capacidade industrial, tema que ganhou destaque durante a reunião de ministros do Comércio realizada em Milwaukee, no estado de Wisconsin.
A discussão ocorre em meio às crescentes tensões comerciais e tem a China como principal foco das críticas de Washington. O governo americano afirma que a produção acima da demanda interna pode levar ao aumento das exportações e pressionar os preços nos mercados internacionais, afetando fabricantes de outros países. Pequim rejeita as acusações relacionadas à chamada superprodução.
Durante o encontro, o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, afirmou que Washington pretende estimular medidas conjuntas para enfrentar o problema. Segundo ele, os países precisam avaliar respostas ao que os americanos classificam como excesso estrutural de capacidade e produção.
Paralelamente à reunião do G20, integrantes do Fórum Global sobre o Excesso de Capacidade do Aço discutiram o chamado “Marco de Milwaukee”. Entre as propostas estão a redução ou eliminação de subsídios considerados distorcivos, o compartilhamento de informações para identificar alterações no comércio de aço e a adoção de medidas comerciais quando necessário.
O fórum reúne 28 participantes, entre eles União Europeia, Austrália, Japão e Coreia do Sul, mas não inclui a China. A questão da capacidade excedente também envolve outros setores além do aço, como automóveis, baterias, papel e semicondutores, segundo autoridades americanas.
Apesar da pressão dos Estados Unidos, os ministros do Comércio do G20 não chegaram a um consenso sobre uma ação conjunta contra o excesso de capacidade industrial. A Reuters informou que houve divergências entre os países sobre o tema, enquanto Washington buscava ampliar a discussão para além de medidas específicas contra determinados setores.
A reunião de Milwaukee acontece em um cenário de disputas tarifárias e mudanças na política comercial americana. Além da superprodução industrial, os ministros também discutem questões como trabalho forçado nas cadeias de fornecimento, comércio de alimentos e possíveis mudanças nas regras do sistema comercial internacional.
O debate sobre a capacidade industrial excedente deve continuar entre as principais economias, especialmente diante das preocupações de diferentes países com os efeitos do aumento das exportações e da concorrência internacional sobre suas próprias indústrias.




























































