A aviação brasileira consolidou sua recuperação após os impactos provocados pela pandemia e vive um novo ciclo de expansão, marcado pelo aumento no número de passageiros e pela ampliação significativa das rotas internacionais. O setor volta a operar com níveis elevados de conectividade, reforçando o papel do Brasil como um dos principais hubs aéreos da América Latina.
Esse avanço se reflete diretamente na abertura de novas rotas ao longo de 2026, conectando diferentes regiões do país a destinos estratégicos na América do Sul, América do Norte, Europa, África e Caribe. Algumas dessas operações já começaram, enquanto outras estão previstas para entrar em funcionamento nos próximos meses, ampliando as opções de viagem para passageiros e fortalecendo o turismo e os negócios internacionais.
Entre os destaques do início do ano estão as novas ligações entre Florianópolis e cidades argentinas como Buenos Aires, Tucumán e Salta, além das rotas que conectam o Rio de Janeiro a Mendoza e Assunção. Também ganharam relevância as conexões internacionais partindo do Nordeste, como o voo entre Salvador e a Cidade do Panamá e a ligação direta entre Fortaleza e Madrid, reforçando a importância da região como porta de entrada internacional.
No primeiro semestre, a expansão continua com novas rotas ligando o Brasil ao Canadá, com voos entre Toronto e Rio de Janeiro e entre Montreal e a capital fluminense. Além disso, novas conexões com países da América do Sul, como Uruguai e Venezuela, ampliam a integração regional e facilitam o fluxo de passageiros e cargas.
A partir de julho, a expansão ganha ainda mais alcance global, com a inauguração de rotas estratégicas de longa distância. Entre elas, destacam-se as conexões entre São Paulo e Bruxelas, Cidade do Cabo e Punta Cana, além do voo entre Lisboa e Curitiba. Essas operações reforçam a presença internacional do Brasil e aumentam sua relevância nas rotas intercontinentais.
No segundo semestre, o crescimento continua com novos voos, como a ligação entre Lisboa e São Luís e a rota entre Calgary e São Paulo, ampliando as conexões com a Europa e a América do Norte. Algumas dessas rotas são permanentes, enquanto outras são sazonais, atendendo à demanda de períodos específicos do ano, especialmente durante as férias e a alta temporada turística.
A retomada e expansão das operações refletem a recuperação da demanda global por viagens aéreas. Companhias internacionais também têm ampliado sua presença no país, acompanhando o aumento do fluxo de passageiros e o fortalecimento do turismo e das viagens corporativas.
Esse movimento consolida o Brasil como um importante centro de conexões aéreas e contribui diretamente para o desenvolvimento econômico, estimulando setores como turismo, comércio exterior e serviços. Com mais rotas, maior oferta de voos e integração internacional ampliada, a aviação brasileira entra em uma nova fase de crescimento e modernização, alinhada às tendências globais de mobilidade e conectividade.








































































