• HOME
  • SOBRE NÓS
  • AMÉRICAS
22 °c
Brasília
26 ° sáb
27 ° dom
26 ° seg
25 ° ter
O Mundo Diplomático
No Result
View All Result
  • O Mundo Na TV

    CMG divulga vídeo promocional da Gala do Festival da Primavera de 2026

    Selo Verde valorizará produtos brasileiros em mercados nacionais e internacionais a partir de 2026

    Noruega teve apenas 487 carros a gasolina vendidos no ano, tem 97% do mercado só de EVs

    Governo Francês aumenta as exigências para concessão de vistos

    Empresas brasileiras têm intensa movimentação comercial no Egito

    Financiamento nuclear do BRICS liderado pelo Brasil pode reequilibrar acesso a tecnologias

    Anac faz operação em aeroportos com maior fluxo em 15 estados

    IA para todos: Coreia do Sul ativa sua primeira inteligência artificial em hiperescala

    Nepal encerra esquema de coleta de lixo no Everest após 11 anos sem resultados

  • Brasil

    Em encontro inédito, representantes do Governo do Brasil e da comunidade judaica discutem ações de combate ao antissemitismo

    Pesquisa indica vitória de Lula nas eleições

    Pela primeira vez, indígenas e quilombolas terão vagas no Itamaraty

    Anvisa aprova novo fármaco com injeção semestral para prevenção do HIV

    Brasil faz história no Globo de Ouro com O Agente Secreto, vencedor dos prêmios de Melhor Filme de Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama

    Turquia habilita nove fábricas brasileiras de gelatina e colágeno

    Brasil anuncia construção do primeiro hospital inteligente com financiamento do Banco do BRICS

    Brasil tem segunda maior saída de dólares da história em 2025

    Reprodução/X

    A polêmica carta de Donald Trump a Lula

  • Embaixadas

    Diplomacia e negócios:Mauro Vieira concretiza projetos com o Equador

    Embaixada da Índia promove o cinema indiano em evento para jornalistas

    Embaixada da França em Brasília: 50 anos de uma arquitetura que une França e Brasil

    Primeiro Prêmio de Literatura dos BRICS é entregue à escritora egípcia Salwa Bakr no Cairo

    Sessão de cinema na Embaixada da França

    Embaixador da França visita a região Amazônica da Guiana Francesa

    Brasil e Austrália avançam para uma cooperação educacional mais estratégica e de longo prazo

    Embaixada da Grécia tem nova Embaixadora no Brasil

    EUA mudam regras de vistos para turistas de mais de 25 países

  • Turismo & Gastronomia

    Brasil passa a ter 8 novas rotas de voos internacionais

    Conheça o Catar e suas riquezas

    Onde o barro encontra a mesa em Piracaia (SP)

    Lençóis Maranhenses lidera lista de principais destinos de ecoturismo no Brasil

    CREATOR: gd-jpeg v1.0 (using IJG JPEG v62), quality = 95

    Tempestade de neve causa caos em viagens pela Europa

    Dicas de viagens para a Itália em janeiro de 2026

    Visit Malaysia 2026: Um Ano Inesquecível, Descobertas Sem Fim

    Melhor Reveillon de Brasilia 2026 foi no Royal Tulip Alvorada

    Guinness reconhece o réveillon do Rio como o maior do mundo

  • Diplomacia Ambiental
    Night landscape of sky and super moon with bright moonlight behind silhouette of tree branch. Serenity nature background. Outdoors at nighttime. Selective focus

    Astronautas se preparar para a missão a Lua

    EUA: tempestade deixa 670 mil sem energia e cancela milhares de voos

    12 December 2018, Saudi Arabia, Riad: In recent years, Saudi Arabia's capital Riyadh has changed dramatically. The city has grown considerably and more and more skyscrapers are being built.     (to dpa ""Generation MBS": Saudi Arabia's Youth in the Shadow of the Crown Prince" of 03.01.2019) Photo: Simon Kremer/dpa

    Cobre, geopolítica e transição energética: por que a Arábia Saudita voltou seus olhos para a América Latina

    Na Guiana Francesa, Ministério das Comunicações participa de evento que marca a chegada de cabo submarino para conectar Brasil e Europa

    Segundo a Apex, Japão, Indonésia e Coreia do Sul podem ser novos destinos da carne brasileira

    NASA prepara foguete gigante para missão histórica que levará astronautas a um sobrevoo lunar pela primeira vez em mais de 50 anos

    Peru habilita 36 novas unidades brasileiras para exportação de material genético animal e renova autorizações até 2028

    França, Alemanha, Suécia e Noruega enviam tropas para a Groenlândia em resposta a tensões geopolíticas no Ártico

    Construção de grande Hub da Vale em Omã deve começar em 2027

  • Diplomacia Política

    Africa do Sul expulsa diplomata Israelense

    Trump autoriza a reabertura do espaço aéreo da Venezuela

    Trump declara emergência contra Cuba

    Após investida de Trump, Lula defende neutralidade do Canal do Panamá

    Moody’s vê Brasil como principal ganhador no acordo Mercosul–União Europeia

    Defesa sem armas nucleares: o recado estratégico de Celso Amorim

    Novo presidente da Corte IDH alerta para avanço do unilateralismo e fragilidade democrática na América Latina

    Kremlin adota cautela máxima e reduz expectativas sobre negociações Rússia-EUA-Ucrânia

    Embraer na Índia: indústria, geopolítica e a disputa pelo futuro da aviação regional

  • O Mundo Na TV

    CMG divulga vídeo promocional da Gala do Festival da Primavera de 2026

    Selo Verde valorizará produtos brasileiros em mercados nacionais e internacionais a partir de 2026

    Noruega teve apenas 487 carros a gasolina vendidos no ano, tem 97% do mercado só de EVs

    Governo Francês aumenta as exigências para concessão de vistos

    Empresas brasileiras têm intensa movimentação comercial no Egito

    Financiamento nuclear do BRICS liderado pelo Brasil pode reequilibrar acesso a tecnologias

    Anac faz operação em aeroportos com maior fluxo em 15 estados

    IA para todos: Coreia do Sul ativa sua primeira inteligência artificial em hiperescala

    Nepal encerra esquema de coleta de lixo no Everest após 11 anos sem resultados

  • Brasil

    Em encontro inédito, representantes do Governo do Brasil e da comunidade judaica discutem ações de combate ao antissemitismo

    Pesquisa indica vitória de Lula nas eleições

    Pela primeira vez, indígenas e quilombolas terão vagas no Itamaraty

    Anvisa aprova novo fármaco com injeção semestral para prevenção do HIV

    Brasil faz história no Globo de Ouro com O Agente Secreto, vencedor dos prêmios de Melhor Filme de Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama

    Turquia habilita nove fábricas brasileiras de gelatina e colágeno

    Brasil anuncia construção do primeiro hospital inteligente com financiamento do Banco do BRICS

    Brasil tem segunda maior saída de dólares da história em 2025

    Reprodução/X

    A polêmica carta de Donald Trump a Lula

  • Embaixadas

    Diplomacia e negócios:Mauro Vieira concretiza projetos com o Equador

    Embaixada da Índia promove o cinema indiano em evento para jornalistas

    Embaixada da França em Brasília: 50 anos de uma arquitetura que une França e Brasil

    Primeiro Prêmio de Literatura dos BRICS é entregue à escritora egípcia Salwa Bakr no Cairo

    Sessão de cinema na Embaixada da França

    Embaixador da França visita a região Amazônica da Guiana Francesa

    Brasil e Austrália avançam para uma cooperação educacional mais estratégica e de longo prazo

    Embaixada da Grécia tem nova Embaixadora no Brasil

    EUA mudam regras de vistos para turistas de mais de 25 países

  • Turismo & Gastronomia

    Brasil passa a ter 8 novas rotas de voos internacionais

    Conheça o Catar e suas riquezas

    Onde o barro encontra a mesa em Piracaia (SP)

    Lençóis Maranhenses lidera lista de principais destinos de ecoturismo no Brasil

    CREATOR: gd-jpeg v1.0 (using IJG JPEG v62), quality = 95

    Tempestade de neve causa caos em viagens pela Europa

    Dicas de viagens para a Itália em janeiro de 2026

    Visit Malaysia 2026: Um Ano Inesquecível, Descobertas Sem Fim

    Melhor Reveillon de Brasilia 2026 foi no Royal Tulip Alvorada

    Guinness reconhece o réveillon do Rio como o maior do mundo

  • Diplomacia Ambiental
    Night landscape of sky and super moon with bright moonlight behind silhouette of tree branch. Serenity nature background. Outdoors at nighttime. Selective focus

    Astronautas se preparar para a missão a Lua

    EUA: tempestade deixa 670 mil sem energia e cancela milhares de voos

    12 December 2018, Saudi Arabia, Riad: In recent years, Saudi Arabia's capital Riyadh has changed dramatically. The city has grown considerably and more and more skyscrapers are being built.     (to dpa ""Generation MBS": Saudi Arabia's Youth in the Shadow of the Crown Prince" of 03.01.2019) Photo: Simon Kremer/dpa

    Cobre, geopolítica e transição energética: por que a Arábia Saudita voltou seus olhos para a América Latina

    Na Guiana Francesa, Ministério das Comunicações participa de evento que marca a chegada de cabo submarino para conectar Brasil e Europa

    Segundo a Apex, Japão, Indonésia e Coreia do Sul podem ser novos destinos da carne brasileira

    NASA prepara foguete gigante para missão histórica que levará astronautas a um sobrevoo lunar pela primeira vez em mais de 50 anos

    Peru habilita 36 novas unidades brasileiras para exportação de material genético animal e renova autorizações até 2028

    França, Alemanha, Suécia e Noruega enviam tropas para a Groenlândia em resposta a tensões geopolíticas no Ártico

    Construção de grande Hub da Vale em Omã deve começar em 2027

  • Diplomacia Política

    Africa do Sul expulsa diplomata Israelense

    Trump autoriza a reabertura do espaço aéreo da Venezuela

    Trump declara emergência contra Cuba

    Após investida de Trump, Lula defende neutralidade do Canal do Panamá

    Moody’s vê Brasil como principal ganhador no acordo Mercosul–União Europeia

    Defesa sem armas nucleares: o recado estratégico de Celso Amorim

    Novo presidente da Corte IDH alerta para avanço do unilateralismo e fragilidade democrática na América Latina

    Kremlin adota cautela máxima e reduz expectativas sobre negociações Rússia-EUA-Ucrânia

    Embraer na Índia: indústria, geopolítica e a disputa pelo futuro da aviação regional

No Result
View All Result
O Mundo Diplomático
No Result
View All Result
Home Embaixadas

Conheça as relações Brasil-Angola: da escravidão ao petróleo e ao agro

Do projeto de anexar Angola ao Brasil ao terceiro mandato de Lula

by Fabiana Ceyhan
9 de junho de 2025
Tempo de leitura:7 min

Boa parte da população brasileira é descendente de africanos que viveram no território que hoje se conhece como Angola. Essa região da África foi a principal fonte de mão de obra escrava do Brasil, que foi a nação que mais recebeu trabalhadores africanos escravizados do mundo.

Dos cerca de 4,8 milhões de escravizados que desembarcaram no país em quatro séculos de escravidão, 3,8 milhões vieram da região centro-ocidental do continente, chamada de Congo-Angola, segundo dados da Slave Voyages.

Essa relação é interrompida com o fim do tráfico negreiro. A depender do período, o Brasil se aproxima ou se afasta de Angola, mas tende a manter uma pauta comercial residual com o país. Neste terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil tenta uma reaproximação para diversificar as relações comerciais para além do petróleo e do agronegócio.

A ligação entre Brasil e Angola no período colonial era tão intensa que, quando Dom Pedro I declarou independência, a elite comercial que vivia em Luanda e Benguela, cidades portuárias controlada pelos portugueses, passou a defender a anexação de Angola ao Brasil recém-independente.

Anexação de Angola

Segundo o professor de história da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Gilberto da Silva Guizelin, os senhores de escravos de Luanda e Benguela solicitaram a anexação com o Brasil.

“Essa elite econômica vai assinar uma petição pedindo essa anexação. Os deputados eleitos por Angola em 1822 para o Parlamento português, como não havia ligação direta entre Angola e Portugal, vão parar no Brasil e se recusam a seguir viagem para Lisboa para defender essa anexação”, contou o especialista que estuda as relações Brasil-Angola.

Guizelin avalia que a proposta teve apoio do governo brasileiro pois a petição dos angolanos foi publicada no jornal oficial da época. Porém, o projeto foi inviabilizado pela oposição de Portugal e da Inglaterra e por causa das dificuldades econômicas e militares do governo recém-independente, que ainda lutava para manter a unificação do território brasileiro.

“Se esperava até que o almirante Thomas Cochrane, que na época comandava a Marinha Imperial, fizesse um ataque de anexação em Angola. Esse ataque foi esperado até a assinatura do reconhecimento da independência do Brasil por Portugal, em 1825, mas não chegou a acontecer”, acrescentou.

Com o fim do tráfico negreiro, em 1850, o governo imperial tenta manter relações com Angola, uma vez que a região era uma das poucas com que o Brasil tinha superávit comercial. Ainda em 1850, o Consulado-Geral em Angola é inaugurado na tentativa de substituir os escravizados por outros produtos.

“Isso não vai dar certo por causa da política colonial estabelecida por Portugal, que vai romper essas relações entre Brasil e Angola”, pontuou Guizelin.

República Velha

Com o fim do Império e início do período conhecido como República Velha (1889-1930), o Estado brasileiro passa a adotar uma política de embranquecimento da população por meio da imigração europeia e da exclusão do negro liberto da vida econômica e social, avalia o historiador.

“É uma República extremamente racista que absorve a teoria do ‘racismo científico’, em voga na Europa, que atribui uma falsa superioridade ao branco. Se forja uma nova identidade nacional onde a população negra brasileira é excluída. Com isso, a África passa a ser um continente esquecido pelo Itamaraty”, contou Guizelin.

Jânio Quadros

O professor afirma que isso só começa a mudar na década de 1960 a partir do processo de descolonização da África. “Apenas no ano de 1960, 17 nações africanas conquistam a independência, abalando a geopolítica mundial”, comentou.

Com isso, políticos, diplomatas e intelectuais no Brasil passam a olhar para África. “A política externa independente do Jânio Quadros, em 1961, vai criar a primeira embaixada do Brasil no continente africano, em Acra, Gana”, acrescentou Gilberto.

Ditadura militar

Com o golpe civil-militar de 1964 no Brasil, essa reaproximação com a África é suspensa. “Novamente, um governo conservador assume e não tem bons olhos para os movimentos de libertação da África. Pelo contrário, o governo militar defende a colonização portuguesa em Angola”, disse o historiador.

O professor pondera que essa política da ditadura militar muda na década de 1970, com a crise do petróleo, assumindo um caráter menos ideológico e mais pragmático.

“O Brasil tinha que buscar novos mercados para seu grande parque industrial. Com isso, o regime passa a olhar mais para Ásia e África. As nações recém-independentes passam então a cobrar do Brasil apoio à descolonização. Começa a ficar evidente que o apoio brasileiro à política colonial portuguesa já não cabia mais naquele contexto”, disse.

Quando o general Ernesto Geisel assume a Presidência, em 1974, ocorre a Revolução dos Cravos, em Portugal, que põe fim à ditadura de António Salazar naquele país, permitindo a independência de Angola, em 1975.

O Brasil foi o primeiro país a reconhecer a nova nação africana. Em seguida, a Petrobras e construtoras brasileiras vão para Angola reconstruir o país após a guerra de libertação.

“A partir de 1975, temos um reavivamento dessas relações comerciais com Angola. No entanto, elas começam a entrar em declínio justamente por conta da Guerra Civil pós-independência”, disse Guizelin.

Redemocratização

Com a redemocratização, o presidente José Sarney tenta uma reaproximação com o continente africano e se torna o primeiro presidente do Brasil a visitar Angola. Porém, segundo o historiador, essas relações são esquecidas pelos governos seguintes de Fernando Collor, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso (FHC).

“Collor e FHC priorizaram as relações com Estados Unidos e Europa em suas políticas externas, ou com os países da América Latina, principalmente do Mercosul. As relações com a África vinham em último lugar”, completou o historiador.

Governos Lula e Dilma

Com o início do primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a política externa brasileira passa a privilegiar as chamadas relações Sul-Sul, e a África ganha uma importância, até então, inédita.

“Vamos ter uma guinada da política externa brasileira. Nós vamos ter um reavivamento das relações do Brasil com a África como um todo, principalmente com os países da língua portuguesa. Por isso, Lula vai fazer várias viagens durante seus primeiros mandatos a vários países africanos, com sua primeira viagem a Angola em 2007”, lembrou o professor da UFPR.

Com o governo Dilma Rousseff, há uma redução das relações do Brasil com Angola. “Embora as relações Sul-Sul ainda continuassem a ser prioritárias, o governo Dilma vai olhar com mais afinco, com mais carinho, para as relações com o Mercosul ou com os Brics. Nesse sentido, a África fica um pouco em segundo plano”, acrescentou.

Temer e Bolsonaro

Nos governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, as relações com a África voltam a ser reduzidas, segundo explicou o historiador da Federal paranaense.

“Com o impeachment [de Dilma], há praticamente um congelamento dessas relações. Ambos os governos vão fechar embaixadas e postos diplomáticos no continente africano. Nem Temer nem Bolsonaro fizeram uma única viagem à África. Tem viagem de ministros, mas não há uma diplomacia presidencial, como a gente verificou no governo Lula, por exemplo, e no governo José Sarney”, destacou o especialista.

A professora de relações internacionais da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Elga Lessa de Almeida citou a polêmica em torno das denúncias de corrupção da Igreja Universal do Reino de Deus, em Angola, que gerou a revolta de pastores angolanos.  A instituição brasileira negou as acusações.

“Esse foi quase o foco da relação do governo Bolsonaro com Angola. Houve uma série de investigações em relação ao desvio de recursos da doação dos africanos que eram enviados para o Brasil. Bolsonaro tentou, na época, que o vice Hamilton Mourão fosse lá e intercedesse. Mas o presidente angolano João Lourenço recusou dizendo que essa era uma questão do Judiciário”, disse a especialista.

Terceiro mandato de Lula

Em seu terceiro mandato, o presidente Lula busca uma reaproximação com Angola por meio da diversificação da pauta comercial para além do agronegócio e do petróleo, pauta de exportações que domina a relação entre os dois países. O fluxo de comércio entre os países caiu após 2015 em função dos efeitos da Lava Jato, da competitividade da China e das crises econômicas.

A professora da Federal baiana Elga Lessa considera que Lula está retomando a reaproximação com Angola que empreendeu nos primeiros mandatos.

Brasília (DF), 23/05/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (d), recebe o presidente de Angola, João Lourenço (e), em cerimônia oficial no Palácio do Planalto. 
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Presidente Lula recebe o presidente de Angola, João Lourenço, em cerimônia oficial no Palácio do Planalto em maio deste ano – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

“Lula retoma muito dos elementos que fizeram parte desse fortalecimento com os países africanos no primeiro mandato. A ideia da cooperação, sobretudo, na área agrícola, no setor de saúde. Mas há uma diferença, quando a gente pensa nesse governo Lula 3, que é que não temos o mesmo apoio financeiro que teve no passado”, finalizou.

Fonte: Agência Brasil

Tags: AfricaAgronegócioAngolaBenguelaBrasilcooperaçãoDescolonizaçãoDilma RousseffdiplomaciaDom Pedro Iembaixadaescravidãoguerra civilIgreja UniversalindependênciaItamaratyJair BolsonaroJoão Lourenço.José SarneyLuandaLulaPetróleoReaproximaçãoRelações Sul-SulTráfico negreiro
Post anterior

Legisladora chinesa sênior visita Brasil e participa do Fórum Parlamentar do BRICS

Próximo post

Comissão aprova criação do Código Brasileiro de Defesa do Turista

Related Posts

Embaixadas

Diplomacia e negócios:Mauro Vieira concretiza projetos com o Equador

31 de janeiro de 2026
Embaixadas

Embaixada da Índia promove o cinema indiano em evento para jornalistas

29 de janeiro de 2026
Embaixadas

Embaixada da França em Brasília: 50 anos de uma arquitetura que une França e Brasil

29 de janeiro de 2026
Embaixadas

Primeiro Prêmio de Literatura dos BRICS é entregue à escritora egípcia Salwa Bakr no Cairo

27 de janeiro de 2026
Embaixadas

Sessão de cinema na Embaixada da França

25 de janeiro de 2026
Embaixadas

Embaixador da França visita a região Amazônica da Guiana Francesa

24 de janeiro de 2026

Pesquisar

No Result
View All Result

Últimas Notícias

Diplomacia e negócios:Mauro Vieira concretiza projetos com o Equador

31 de janeiro de 2026

Africa do Sul expulsa diplomata Israelense

31 de janeiro de 2026

Trump autoriza a reabertura do espaço aéreo da Venezuela

31 de janeiro de 2026

Em encontro inédito, representantes do Governo do Brasil e da comunidade judaica discutem ações de combate ao antissemitismo

30 de janeiro de 2026

Trump declara emergência contra Cuba

30 de janeiro de 2026

Pesquisa indica vitória de Lula nas eleições

30 de janeiro de 2026

Pela primeira vez, indígenas e quilombolas terão vagas no Itamaraty

30 de janeiro de 2026

Embaixada da Índia promove o cinema indiano em evento para jornalistas

29 de janeiro de 2026

Embaixada da França em Brasília: 50 anos de uma arquitetura que une França e Brasil

29 de janeiro de 2026

Após investida de Trump, Lula defende neutralidade do Canal do Panamá

29 de janeiro de 2026

SOBRE NÓS

Somos jornalistas profissionais, poliglotas e trabalhamos com ética e respeito aos organismos Internacionais no Brasil e em Brasília. Nossas notícias são diárias e você poderá ter acesso ao mundo e suas relações com o Brasil acessando o nosso canal no You Tube e em nosso site.

Leia Mais
Facebook Instagram Youtube Twitter

© 2023 O Mundo Diplomático

No Result
View All Result
  • BRICS
  • Ásia
  • Américas
  • Europa
  • Brasil
  • O Mundo Na TV
  • Embaixadas
  • Turismo & Gastronomia
  • Diplomacia Ambiental
  • Diplomacia Política
  • Negócios

© 2023 O Mundo Diplomático